Em fase de testes, YouTube Shorts está disponível somente para usuários de Android na Índia; não há previsão sobre a chegada do recurso ao Brasil

O YouTube anunciou nesta segunda-feira (14) o lançamento do serviço de vídeos curtos YouTube Shorts para dispositivos Android na Índia. O recurso permite que usuários gravem, editem e compartilhem clipes de até 15 segundos por meio do aplicativo da companhia. O novo serviço deve chegar ao iOS e a outros países em breve, de acordo com comunicado da empresa.

As funcionalidades do YouTube Shorts são semelhantes às do TikTok e do Instagram Reels. A plataforma estreia com uma série de ferramentas de criação, incluindo uma câmera multissegmentada, que permite combinar vários vídeos diferentes para formar um único clipe. Também é possível adicionar músicas a partir de bibliotecas de áudio e usar controles para ajustar a aceleração dos vídeos. O Shorts ainda conta com timers para captura de conteúdo sem as mãos.

Segundo o YouTube, mais recursos de criação serão adicionados ao longo dos próximos meses. A companhia diz que já havia incluído recentemente uma fileira na página inicial do aplicativo dedicada à divulgação de vídeos curtos. Com o Shorts, a ferramenta vai apresentar uma nova experiência de uso que permite usuários passarem de um vídeo para outro com deslizes na vertical, como já acontece no TikTok. A companhia promete tornar o acesso ao Shorts ainda mais fácil no futuro.

Usuários podem gravar um conteúdo para o Shorts ao clicar no ícone de “+” no menu e escolhe “Create a Short”. Imagem: YouTube

O lançamento da ferramenta já era esperado. Em abril, o site The Information revelou que a plataforma pretendia anunciar o YouTube Shorts até o final de 2020. Na mesma oportunidade, o veículo ressaltou que o acesso a grandes quantidades de licenças de conteúdo musical poderia ser um dos diferenciais do produto.

Em nota ao TechCrunch, o YouTube apontou que o Shorts vai apresentar centenas de milhares de músicas de gravadoras parceiras, como T-Series e Believe Digital, no caso da Índia. Além disso, a empresa disse que trabalha com artistas e produtoras para ampliar a oferta de conteúdo no catálogo do aplicativo.

Banimento do TikTok

Vale notar que, em junho, o TikTok foi banido da Índia junto a uma série de outros aplicativos chineses, em meio a tensões geopolíticas entre as duas nações. Além disso, a operações da rede social da ByteDance nos Estados Unidos ainda tem futuro indefinido.

O governo norte-americano estipulou o prazo de até 15 de setembro para uma empresa do país assumir o controle do aplicativo. Às vésperas da data limite, fontes próximas ao assunto afirmaram a veículos internacionais que a Oracle deve fechar uma parceria com a rede social chinesa, entretanto, até o fechamento desta nota nenhum acordo havia sido consolidado.

Fonte: olhardigital via: TechCrunch

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