Um dos snipers mais profícuos da Segunda Guerra Mundial nasceu na Ucrânia. E era mulher. Mais conhecida como “Senhora Morte”, Lyudmila Pavlichenko, assassinou 309 pessoas durante o conflito, que durou de 1939 a 1945.

O número consta do livro “The Sniper Anthology, Snipers of the Second World War”, recentemente lançado. Os autores trabalharam apenas com dados oficiais e confirmações de mortes pela ação de franco-atiradores.

Lyudmila se tornou uma lenda durante o cerco nazista, com apoio de tropas romenas, a Odessa e Sevastopol (Ucrânia), entre 1941 e 1942. Só em Odessa, ela assassinou 187 pessoas.

Lyudmila Pavlichenko
Lyudmila Pavlichenko Foto: Reprodução

Em 1942, a ucraniana foi ferida por um morteiro e acabou retirada de combate. Após a guerra, ela viajou pelos EUA, pelo Canadá e pelo Reino Unido para contar sobre os seus feitos. Lyudmila se tornou a primeira soldado soviética a ser recebida por um presidente americano. Franklin D. Roosevelt abriu as portas da Casa Branca para a sniper. Ela também recebeu a maior honraria de guerra em Moscou.

Robert Jackson, Lyudmila Pavlichenko e Eleanor Roosevelt em 1942

O franco-atirador mais efetivo foi o finlandês Simo Hayha, que matou 505 soldados soviéticos durante os cem dias da Guerra do Inverno, entre a Finlândia e a União Soviética, de 1939 a 1940.

Simo Hayha

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