A Infinity Ward insiste que o próximo jogo de tiro em primeira pessoa, Call of Duty: Modern Warfare, não será um jogo político. Falando com a Game Informer em uma entrevista – que você pode ver na íntegra abaixo – quando perguntado se Modern Warfare é um jogo político, o diretor de arte da Infinity Ward Studio, Joel Emslie, disse: “Não. Estamos apenas fazendo apenas um jogo.” Quando perguntado se isso parece “insano “, Emslie respondeu:” Parece insano se tornar político pra mim”

É uma postura interessante para o jogo, especialmente quando você olha para a forma como foi comercializado desde que foi revelado pela primeira vez. A Activision e a Infinity Ward insistiram que Modern Warfare será um retrato “realista” e “fundamentado” da guerra contemporânea, e lidará com os temas pesados ​​que acompanham o retrato com o peso apropriado. Muitos esperariam que tal premissa fosse inerentemente acompanhada de pelo menos algum discurso político.

Naturalmente, esta não é a primeira vez que uma grande editora assume tal postura para o jogo. No começo do ano, a Ubisoft insistiu que Division 2 não é um jogo político. Muitas audiências discordaram, citando a premissa básica do jogo de lutar contra insurreições e rebeldes para retomar o controle da capital dos Estados Unidos como sendo inerentemente política.

Call of Duty: Modern Warfare sairá em 25 de outubro para o PS4, Xbox One e PC. Após sua recente revelação multiplayer, ele estará recebendo uma versão beta multiplayer em setembro. A campanha também será revelada “em breve”.

Fonte: gamevicio via Gamingbolt

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