Uma das três maiores redes de cinema do mundo, a Cinemark está sendo duramente criticada nas redes sociais após proibir a exibição do documentário do Brasil Paralelo sobre o 31 de março de 1964.

Lançado pela mídia independente Brasil Paralelo, o documentário “1964: O Brasil entre armas e livros. Ditadura, Regime Militar ou Revolução?” teve sua exibição proibida pela Cinemark.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (1º) na rede social Twitter, a Cinemark justificou a censura dizendo que não autoriza em seus complexos “a divulgação de mídia partidária tampouco eventos de cunho político”.

 

O posicionamento da empresa, no entanto, como noticiou a RENOVA, não foi o mesmo para o longa-metragem de caráter puramente propagandístico sobre ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Além disso, a rede também exibiu ‘O Jovem Karl Marx’.Todos os Direitos Reservados para República de Curitiba Editora. Proibida reprodução deste conteúdo

A decisão da empresa está sendo alvo de críticas intensas nas redes sociais.

No momento de publicação desta matéria, a tag #BoicoteCinemark é um dos assuntos mais comentados do Twitter brasileiro.

Confira abaixo algumas das publicações circulando com a hashtag na redes social:

Fonte: renovamidia

Um comentário

  1. […] do filme em suas salas. A repercussão foi imediata nas redes sociais. Uma hashtag pedindo o boicote da Cinemark viralizou […]

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