A 343 Industries, uma subsidiária da Microsoft que desenvolveu o game e franquia Halo, formou uma parceria com a Limbitless Solutions, uma entidade sem fins lucrativos, com o objetivo de criar braços protéticos para crianças com temas do jogo.

Os braços protéticos são feitos em impressoras 3D e são totalmente funcionais, com mãos capazes de segurar objetos por meio de sensores EMG. Esses sensores são usados para exames de eletromiografia, justamente para analisar os músculos, e já são utilizados há tempos devido ao seu baixo custo.

Enfim, a melhor parte desta parceria para confeccionar os braços mecânicos é que eles são doados gratuitamente aos destinatários. A partir do ano que vem, a Limbitless vai adicionar duas opções com o tema de Halo à sua linha de design, que já inclui um belo braço do homem de ferro.

Há uma recriação do braço da armadura Mark VI do personagem Master Chief, bem como uma versão do “multiplayer” em que as crianças podem personalizar o braço com sua cor favorita – se eles jogam com uma cor no videogame, eles também podem customizar o braço na mesma cor na vida real.

Visualmente, é notavelmente preciso e fiel à estética do jogo. Também não é a primeira vez que a Microsoft trabalha para trazer acessibilidade aos jogadores. A empresa lançou recentemente o seu controlador Xbox Adaptive para jogadores portadores de deficiências, que tem dois grandes botões programáveis e 19 conectores que podem ser conectados a joysticks e outros acessórios para as pessoas jogarem no Xbox One e em PCs com Windows 10.

A Microsoft não é a única empresa que colaborou com a Limbitless, uma vez que os desenvolvedores da Riot fizeram uma parceria com a empresa durante sua hackathon chamada Thunderdome. Os desenvolvedores trabalharam com a Limbitless para criar cinco braços protéticos do game League of Legends, aterrissando nos projetos Odyssey Jinx, Star Guardian, Shurima, Illaoi e Maokai. Os cinco designs também estarão disponíveis para as crianças em 2019.

A Limbitless diz que os jogos são uma grande porta de entrada para as crianças se sentirem confortáveis com seus novos braços protéticos, e por isso a empresa faz seus próprios jogos de vídeo para ajudar as crianças a se adaptarem aos seus braços feitos em impressoras 3D.

Os sensores EMG captam diferentes padrões flexíveis no braço, o que permite ao usuário controlar os dedos. Com braços protéticos inspirados em videogames que parecem tão legais, talvez as crianças tenham o poder de se sentirem heróis.

Fonte: olhardigital

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