Representando cerca de um quinto da população mundial, não é exagero dizer que o que acontece na China é uma bela amostra do que acontece – ou vai acontecer – no mundo, especialmente em se tratando de tendências econômicas.

Se nos pautarmos assim, a notícia é uma só: o dinheiro impresso, em papel, está com os dias contados.

São tantas as opções de pagamentos mais convenientes que não é exagero afirmar que a China está se tornando uma sociedade sem dinheiro em espécie.

Mais da metade dos pagamentos realizados no ano passado na China foram feitos através de celulares, representando cerca de 5 trilhões de dólares. Estima-se que em 2021 os pagamentos eletrônicos no país chegarão a 45 trilhões de dólares.

O fluxo de pagamento por smartphones já é tanto que certos estabelecimentos não aceitam mais pagamento em dinheiro.

Mais seguro e mais conveniente, o uso de pagamentos digitais, e até mesmo o surgimento de novas moedas, parece fadado a crescer e se solidificar em todo o mundo.

Um evidente porém que tal transição nos traz é o fato de que pagamentos digitais são muito mais fáceis de se rastrear do que pagamentos em dinheiro, tornando tal rastro uma mina de ouro de informações a serem reunidas e utilizadas como informação valiosa para o marketing de empresas.

A liberdade e a privacidade dos clientes parece severamente ameaçada em tal tendência. Assim, o futuro do dinheiro parece mesmo ser digital – falta ainda confirmar quem é que mais se favorece com isso, se o cliente ou o empresário de sempre.

Fonte: hypeness

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