‘The Wall Street Journal’ apontou resultado da investigação dos incidentes que em 2016 provocou recall de aparelhos. Empresa perdeu bilhões de dólares em receita.

De acordo com o jornal americano, que ouviu fontes próximas do assunto, alguns aparelhos tinham a bateria maior do que deveriam e, por isso, não cabiam corretamente dentro dos chassis. Essa inadequação levou ao superaquecimento dos smartphones. Outros tinham problemas de confecção, que não foram esclarecidas.

As falham foram constatadas por uma investigação realizada por um grupo de três consultorias de controle de qualidade e de suprimentos, que serão apresentadas oficialmente pela Samsung na segunda-feira (23).

As empresas UL LLC, Exponent, ambas dos Estados Unidos, e TUV Rheinland, da Alemanha, tinham a missão de encontrar o defeito que forçou a sul-coreana, maior fabricante de smartphones, recolher 2,5 milhões de Galaxy Note 7 sob a ameaça de superaquecerem e explodirem.

As baterias do celular que era uma das apostas da empresa eram fornecidas por Samsung SDI, uma das unidades da sul-coreana, e pela Amperex Technology Ltd. Enquanto a primeira era responsável pelas baterias que não cabiam apropriadamente dentro dos smartphones, a segunda produzia aquelas com falhas.

Fonte: g1.globo.com/tecnologia

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