Nesta semana, o Brasil inteiro ficou aterrorizado com uma notícia que poucos conseguiram engolir a seco: um estupro coletivo aconteceu bem debaixo de nossos narizes. Mais de 30 homens abusaram sexual, emocional e fisicamente de uma mulher. E isso aconteceu bem ali, no Rio de Janeiro.

Além de cometer o crime, os homens deixaram que aquilo tudo fosse filmado! Riram para a câmera e não se importaram com as leis, com a moral, com a justiça, com a ética ou com a humanidade. E isso foi parar rapidamente nas redes sociais.

Foi aí que a Polícia começou a agir e os acusados começaram a se esconder. Mas além da Polícia, quem também está atrás dele são os membros do Anonymous. Nesta sexta-feira (27 de maio), eles criaram um arquivo no Pastebin para falar sobre o caso. Eles também anunciaram que vão iniciar uma verdadeira caça até que todos os suspeitos sejam presos.

E além de se manifestarem em uma carta aberta, eles também divulgaram dados pessoais de um dos suspeitos (Raphael Assis Duarte Belo, de 41 anos). O nome dele já havia sido divulgado pela Polícia do RJ. O documento completo você pode ver no Pastebin e é provável que ele seja atualizado com mais informações em breve. Um dos perfis dos Anonymous no Facebook também está trazendo informações.

Anonymous 052016 (2)

A carta completa

“Estupradores não são doentes: são filhos saudáveis do patriarcado.’ A sociedade e o machismo impregnado nela agem muitas vezes de maneira silenciosa. Pessoas banalizam o tempo inteiro e acabam por aceitar sua naturalizacão, costumeiramente atribuindo a culpa às vítimas das opressões.

Uma sociedade doente, gera pessoas doentes, assim como o caso do Rafael, que divulgou e achou graça da desgraça e covardia extrema a qual cometeu com uma jovem, ainda por cima menor de idade, junto com mais cerca de 30 homens.

A exposição desta figura é muito importante para que se possa facilitar a sua localização junto às autoridades competentes, para que possam dessa maneira localizar ainda os demais envolvidos nessa barbárie. Não há, infelizmente, justiça que repare a dor e o trauma sofridos, porém, há a urgente necessidade de que indivíduos como estes não continuem soltos junto à sociedade.

Não há, infelizmente, justiça que repare a dor e o trauma sofridos

Pedimos que compartilhem para que possamos dessa maneira localizar e, quem sabe dessa maneira, possamos assistir ao mínimo de justiça possível dentro de uma sociedade que se despreocupa com a criação de monstros como estes.

Estamos com mais dados em relação a ele, mas, esses dados serão entregue para as autoridades na ajuda pra localizar o estuprador. Sim, tomamos toda cautela para confirmar a identidade dele.”

Fonte:  tecmundo

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