Você provavelmente já deve ter visto a marca da Marshall num fone de ouvido ou mesmo na caixa amplificadora do seu amigo guitarrista. A fabricante inglesa apresentou seu próprio smartphone criado especificamente para os amantes de música, o London.

Com um design que remete aos clássicos amplificadores, o London tem acabamento em preto fosco e detalhes metálicos na cor dourada. O smartphone possui tela de 4,7 polegadas com resolução 1280×720 pixels e proteção Gorilla Glass 3, bateria removível de 2.500 mAh, câmera de 8 megapixels e Android Lollipop.

O ponto fraco do smartphone é o processador, um Snapdragon 410, o mesmo encontrado no novo Moto E, que engasga um pouquinho com a última versão do Android. O desempenho deve se salvar um pouco pela quantidade de RAM: são 2 GB, algo não muito comum em aparelhos com esse chip.

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Deixando as especificações padrão de lado, vamos nos ater ao que importa: música. O London traz consigo um processador de música dedicado Wolfson WM8281, que promete altíssima fidelidade de áudio e pureza de sons, mesmo num MP3 de alta qualidade. Também é possível reproduzir músicas em FLAC. Um equalizador global (filtrando todo o áudio do smartphone) está embarcado e acessível com um botão dedicado no telefone, bem como o aplicativo DJApp para mixar suas músicas.

Um destaque é que o smartphone tem duas saídas de áudio P2, permitindo que você escute música com outra pessoa sem precisar dividir fone ou usar adaptadores – é possível controlar o volume de cada saída separadamente. A Marshall diz que o London é, talvez, o smartphone mais barulhento do planeta, por apresentar dois potentes alto-falantes frontais. Que os funkeiros que escutam música no ônibus não descubram isso.

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Apenas em versão de 16 GB (expansíveis via cartão microSD), o London acompanha o fone de ouvido Marshall Mode In-Ear e deve chegar ao mercado apenas em 17 de agosto. Não foi divulgado nada sobre a chegada ao varejo brasileiro, mas o smartphone será vendido na loja online para todo o mundo por cerca de 600 dólares.

Fonte:  tecnoblog

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