Um homem, nascido na Mauritânia, que ficou detido na base americana de Guantánamo, em Cuba, disse ter sido forçado a participar de sexo a três com duas interrogadoras americanas.

A história é contada em “Guantánamo Diary”, livro de memórias assinado por Mohamedou Ould Slahi, publicado esta semana na Europa. Na obra, ele conta os dramas vividos nos seis anos de detenção sem acusação formal. Em 2002, Mohamedou foi levado à prisão por suposta associação à al-Qaeda durante a guerra entre as forças soviéticas e afegãs entre os anos 1980 e 1990.

“Assim que me levantei, as duas tiraram as blusas e começaram a falar todo tipo de coisa suja que você possa imaginar. O que mais me machucou foi que elas me forçaram a participar de sexo a três da maneira mais degradante(…) Elas diziam coisas obscenas e brincavam com as minhas partes sexuais”, escreveu o africano.

Mohamedou disse que, durante o abuso, ele ouvia das mulheres: “Vamos ensinar a você o que é sexo”.

Larry Siems, que editou o livro, disse que Mohamedou foi “um dos prisioneiros de Guantánamo a sofrer mais abusos”, de acordo com reportagem do “Mirror”.

Aqui, trechos do livro

Fonte:  pagenotfound

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