“Patos sempre vão voar mais alto do que armas.” (Em francês, “pato” é uma gíria para jornal.) Autor: Boulet.
“Ah não… Eles não…” Autor: Tommy Dessine.
“Ah não… Eles não…” Autor: Tommy Dessine.
“O mundo tornou-se tão sério que humor é uma profissão de risco” Autor: Bernardo Erlich.
“O mundo tornou-se tão sério que humor é uma profissão de risco” Autor: Bernardo Erlich.
 Autor: Carlos Ruas.
Autor: Carlos Ruas.
“Eu sou Charlie”. (#JeSuisCharlie foi a hashtag mais forte sobre o assunto nas manifestações via Twitter.) Autor: Jean Jullien.
“Eu sou Charlie”. (#JeSuisCharlie foi a hashtag mais forte sobre o assunto nas manifestações via Twitter.) Autor: Jean Jullien.
“Ele desenhou primeiro.” Autor: Rafael Mantesso.
“Ele desenhou primeiro.” Autor: Rafael Mantesso.
“100 chicotadas se você não morrer de rir”. Capa de 2011 desenhada por Charb e que motivou o ataque de 2011. Foto: AFP.
“100 chicotadas se você não morrer de rir”. Capa de 2011 desenhada por Charb e que motivou o ataque de 2011. Foto: AFP.
 Capa do jornal belga Gazeta da Antuérpia.
Capa do jornal belga Gazeta da Antuérpia.
“7 de janeiro de 2015.” Autor: Loïc Sécheresse.
“7 de janeiro de 2015.” Autor: Loïc Sécheresse.
 Capa do jornal britânico The Independent.
Capa do jornal britânico The Independent.

Ontem (7) a redação da revista inglesa Charlie Hebdo foi invadida por dois terroristas e 12 pessoas morreram. Entre elas, alguns dos cartunistas mais adorados e influentes da França, como Georgers Wolinski, Stephane Charbonnier (Charb), Jean Cabut (Cabu) e Bernard Verlhac (Tignous). A importância da publicação e desses profissionais transcendia o humor. Como disse André Conti, publisher de quadrinhos da editora Companhia das Letras, “Wolinski não era um cartunista de leitores de quadrinhos, era parte da cultura francesa, uma voz ativa e importante nos últimos cinquenta anos.”

Cartunistas ao redor do mundo reagiram à barbárie com charges sagazes, tocantes e/ou bonitas. Homenagens justas a pessoas que não se intimidavam com o extremismo e a ignorância alheia. Em 2011, num ataque frustrado à redação da revista que na ocasião publicara uma caricatura do profeta Maomé, Charb respondeu: “eu não tenho filhos, nem esposa, nem carro, nem crédito. Pode parecer um pouco pomposo o que vou dizer, mas eu prefiro morrer de pé do que viver de joelhos”.

Fonte: gizmodo via BuzzFeed e UOL.

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