Prévia — Como Titanfall pretende renovar a dinâmica dos FPS.

A Beta de Titanfall chega só no dia 14, mas uma tonelada de informações inéditas sobre o aguardado FPS já começaram a surgir para animar os fãs e deixar todo mundo ainda mais empolgado com a possibilidade de explodir tudo a bordo com um robô gigante.

A primeira delas são os detalhes de alguns dos modos de jogo disponíveis, que focam exatamente naquilo que há de melhor e mais empolgante nas competições digitais. Tanto que o site Polygon destaca que o maior trunfo da Respawn não foi se basear apenas em outros shooters, mas também em mais gêneros, como luta, MOBA e até carding game.

Segundo o diretor de Titanfall, outro ponto de destaque que os jogadores encontrarão quando colocarem suas mãos na Beta é seu ritmo. Steve Fukuda explica que a jogabilidade foi claramente inspirada nas artes marciais, de modo que as partidas são tão dinâmicas que parecem coreografadas.

E isso bem claro dentro da crescente que encontraremos ao longo das disputas. Os jogadores iniciam em nível de igualdade, mas basta que os primeiros Titans apareçam em cena para que a coisa mude de figura e novas ameaças, armas e estratégias comecem a surgir. É uma revolução constante que não deixa o nível de adrenalina cair nem por um segundo.

Entre humanos e robôs

Como não poderia deixar de ser, Titanfall tem seus próprios modos Deathmatch e conquista, aqui chamados de Attition e Hardpoint Domination, respectivamente. No entanto, apesar de manterem uma mecânica bem parecida com os estilos clássicos, o título tem suas particularidades.

 

A principal delas é o pequeno epílogo existente ao final de cada partida. Não basta vencer o time inimigo, eliminando todas as suas forças e obtendo um placar melhor. Neste pequeno “mini game”, os derrotados precisam se reunir em um ponto de encontro para poderem fugir em naves com o mínimo de dignidade possível. Enquanto isso, os vencedores podem tornar tudo ainda mais humilhante, privando seus inimigos até mesmo disso.

Outro modo que chama a atenção e que certamente vai conquistar todo mundo durante a Beta da próxima semana é o chamado Last Titan Standing. Como o próprio nome sugere, ele é totalmente focado no controle dos mechas e todos os jogadores envolvidos já começam a partida montados em um robô gigante.

 

O objetivo, como não poderia deixar de ser, é resistir aos ataques inimigos. A diferença é que isso afeta diretamente o ritmo dos combates. Enquanto os demais modos valorizam a agilidade dos soldados desmontados, a novidade é um pouco mais lenta e é preciso conhecer o cenário e as limitações de sua máquina para usar isso a seu favor.

Além disso, Titanfall conta com um sistema de bots que lembra aquilo que a Turn 10 trouxe em Forza Motorsport 5. Em vez de colocar uma inteligência artificial básica, a Respawn vai usar o poder da nuvem para que seu comportamente se aproxime ao de outros jogadores, deixando as coisas mais naturais e acessíveis para quem não tem tanta habilidade assim.

 

É porque esse é um dos cuidados que a produtora não quer que o alto nível de competitividade afaste os novatos. Assim, essa inteligência artificial aprimorada vai ajudar o jogador a dominar a mecânica e a dominar todos os macetes das partidas.

Seu jogo de cartas

Outra novidade são as chamadas Burn Cards, um conjunto de cartas que oferecem vantagens e habilidades especiais ao jogador. É um conceito já conhecido por quem joga qualquer outro FPS, mas abordado de maneira diferente.

 

O ponto é que não há como prever qual será o benefício obtido quando você passa de nível, o que deixa as coisas menos genéricas. De acordo com Fukuda, a ideia é exatamente trazer esse fator aleatoriedade e não deixar que os jogadores com mais experiência tenham também as melhores skills.

Tanto que ele afirma que muitas dessas Burn Cards serão coletadas dentro das próprias fases, seja escapando durante o epílogo ou reconstruindo um Titan derrotado. E você pode ficar tranquilo, pois a Respawn já descartou a possibilidade de usar essas cartas para inserir a tão temida microtransação no jogo.

Uma arma para acabar com todos

De todo o arsenal de Titanfall, há uma arma que certamente vai gerar bastante polêmica. A chamada Smart Pistol MK5 tem a incrível habilidade de matar seu alvo com um único disparo e de nunca errar. Afinal, com mira automática fica fácil.

 

Mas qual a graça de inserir algo assim? O artista chefe do jogo, Joel Emslie, explica que ela é realmente muito poderosa, mas também tem seus problemas. Ela ocupa o slot de arma primária, mas seu tempo de recarga é bem maior, se comparando ao de um Assault Rifle.

Além disso, ele explica que os jogadores mais avançados vão logo perceber que essa pistola não traz tantas vantagens em relação aos demais equipamentos, sendo logo deixada de lado. Desse modo, a Smart Pistol acaba sendo mais uma opção para engajar os novatos e fazê-los compreender a dinâmica geral do game.

Um comentário

  1. COBRA-KAMPAS

    17 de fevereiro de 2014 em 11:56

    vamos para o beta….

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Verifique também

YouTube lança plataforma de vídeos curtos para competir com TikTok

Em fase de testes, YouTube Shorts está disponível somente para usuários de Android na Índi…