Uso de laser, além do magnetismo, aumenta densidade da gravação de dados

Em parceria com a Seagate, a companhia TDK está desenvolvendo um método de armazenamento de dados que pode aumentar a capacidade dos discos rígidos do futuro. A ideia é obter HDs de 30 TB ou 40 TB até 2020.

O segredo da técnica é usar um laser extremamente fino para aumentar por pouco tempo a temperatura de determinados locais do componente, além do já comum uso do magnetismo. Com isso, a densidade de gravação do HD aumenta consideravelmente, e é possível gravar ainda mais dados no disco.

HD_Hard_disk_head_crash

Como funciona?

No novo sistema, a coercitividade do meio, que é a quantidade de campo magnético reverso necessário para mudar o valor do dado armazenado, é temporariamente reduzida quando esse local é esquentado com um laser, o que habilita a “escrita”.

É necessária uma precisão absurda no foco do feixe, algo que a TDK conseguiu na nova técnica, que usa um laser que mede poucas dezenas de nanômetros (muito menos do que o usado na produção de um Blu-ray, por exemplo). Normalmente, ao esquentar um HD áreas erradas podem ser atingidas durante a escrita e dados importantes acabariam perdidos.

Nos discos rígidos com a técnica usada hoje em dia, a capacidade máxima atingida é de 3 TB. Como os testes provam que o processo já é uma realidade, a ideia é utilizar a tecnologia de aumento de temperatura comercialmente até 2015.

Fonte: tecmundo via DigInfo

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