Preço do videogame no Brasil é bem mais alto que os US$ 400 nos EUA. Banco ofereceu linha de crediário sugerindo a compra do console.

O preço alto do PlayStation no Brasil, que gerou repercussão no Brasil e lá fora, serviu de mote para uma campanha publicitária do Banco do Brasil sobre uma linha de crédito, em sua página no Facebook.

“Com R$ 4 mil você pode: comprar uma TV de LED 3D, fazer a viagem que sempre quis, reformar a casa ou comprar um videogame”, diz o anúncio sobre o BB Crediário.

O PlayStation 4, videogame de nova geração da Sony, será lançado no Brasil no dia 29 de novembro por R$ 4 mil, segundo anunciou a Sony nesta quinta-feira (17). Nos Estados Unidos, o preço do console é US$ 400.

O preço, segundo a empresa, é justificado pela alta carga tributária que o videogame recebe ao ser importado para o Brasil. “De 60% a 70% do preço final do PS4 no país corresponde a impostos de importação”.

Além do anúncio, o banco comentou: “Ficou mais caro do que você esperava? Nem tudo está perdido, o BB pode te ajudar”.

Os internautas se dividiram entre críticas, elogios e incredulidade em relação à propaganda.

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Monitoramento
O banco vem investindo em monitoramento das mídias sociais em busca de oportunidades de fazer referências aos produtos do banco “sem ser intrusivo”, diz o gerente executivo de comunicação institucional do BB, Omar Barreto Lopes. “Não queremos ter presença intrusiva, mas adequada ao tipo de conversa, de mensagem que se coloca ali (nas redes sociais)”, afirma.

“Com o monitoramento, a gente identificou que temos um produto que serve para parcelar esse tipo de produto (o PlayStation). A gente resolveu publicar por achar que é muito pertinente”, explica Larissa Novaes, gerente da divisão de comunicação digiral do banco.

Cerca de duas horas após ser postada, a campanha tinha mais de 800 “curtidas” e 500 compartilhamentos, o que a equipe considera expressivo frente a outras iniciativas do banco nas redes sociais.

Além destas métricas da rede, o resultado das ações é medido pelo crescimento de base de fãs – o que o BB persegue de forma “alucinada”, segundo Lopes –; o tráfego nos sites dos produtos indicados pelas campanhas e no engajamento com os conteúdos que tiveram um efeito mais positivo.

Fonte: g1.globo.com/economia

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