Game “Devil May Cry” tem trama demoníaca e combates afiados

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

 

Jogar “DmC Devil May Cry” é como ir ao cinema para assistir uma megaprodução de ação como “Mercenários 2”.

Ao comprar um ingresso para assistir o filme, é aconselhável que o espectador não se sente na poltrona com a expectativa de ir às lágrimas uma bela atuação de Chuck Norris ou de apreciar um roteiro brilhante.

portanto, espere de “DmC” combates muito bem desenvolvidos e jogabilidade afiada, mas um enredo de filme B, meio “pastelão”, com forte apelo juvenil. O game é um reinício da franquia criada em 2001 pela Capcom.

O jogador controla Dante, uma mistura de demônio e anjo, que tem um papel a cumprir na guerra entre céu e inferno. O antagonista é um diabão banqueiro, que controla o mundo por meio uma marca de refrigerante chama Virilidade, que deixa os humanos mais sucetíveis ao domínio do mal. As secreções de um demônio são o ingrediente secreto da bebida.

Dante conta com a ajuda de Cat, uma bruxa moderninha, que faz feitiços com uma lata de spray e estêncil. Jogue este samba do diabo doido em um cenário lisérgico, com cores quentes e densas, ao som de rock e metal pesado.

Dante dispõe de um vasto arsenal de armas para fatiar as hordas de monstros vindas do limbo: são espadas, chicotes, machados, foices e pistolas. E, caso você esteja se perguntando, sim, dá para usar todas as armas ao mesmo tempo.

O resultado é uma variedade enorme de combos, com direito a pontuação para a desenvoltura do jogador. Não se trata de apenas de um button-masher (alta tática gamer que consiste em apertar seguidamente o maior número de botões do controle). A sequência, a ordem e até a pausa entre os comandos influenciam na eficácia dos golpes.

É divertido testar diferentes combinações e descobrir quais golpes funcionam melhor juntos. A câmera, que não raro falha em jogos com muita ação, se sai bem em “DmC”.

Rogério Silva, designer sênior da Ninja Theory, empresa responsável pelo roteiro e gameplay de “DmC”, diz que “o combate no DmC é muito mais acessível que os capítulos anteriores. Mas ao mesmo tempo, há muitas opções para os jogadores mais experientes criarem o seu próprio estilo, tal como nos jogos da série anterior”.

As mudanças no estilo de combate e a redução da dificuldade do jogo foram dois dos principais alvos de críticas de fãs da série. No Metacritic, site que agrupa comentários de sites especializados e usuários, “DmC” marca 86 pontos de 100 na média de resenhas de veículos de mídia. Mas amarga um 35 na pontuação dada pelos jogadores.

DMC DEVIL MAY CRY

PLATAFORMAS Xbox 360, PlayStation 3 e PC
LANÇAMENTO 17 de janeiro no Brasil, 15 de janeiro no exterior
PREÇO R$ 199,90 (Xbox e PS3) e R$ 84,99 (PC, via Steam )
SITE devilmaycry.com

 

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/1216281-game-devil-may-cry-tem-trama-demoniaca-e-combates-afiados.shtml

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