O Facebook, você deve ter visto, acaba de anunciar a compra do Instagram por US$ 1 bilhão.
Os funcionários do Instagram ficaram milionários, e vão manter seus empregos: serão incorporados à equipe de desenvolvimento do Facebook. E o dinheiro não fará tanta diferença para a empresa de Mark Zuckerberg, porque parte do pagamento -provavelmente, grande parte- será em ações do próprio Facebook. Qual é a lógica do negócio, então?

O cenário mais óbvio é: o Facebook incorpora em seu próprio aplicativo os recursos do Instagram, que deixa de existir. Exatamente como a Apple fez ao comprar o aplicativo Siri, que foi extinto e incorporado ao iPhone 4S. Sim, isso pode acontecer. Mas não parece provável, por dois motivos. O Facebook tem um histórico de lentidão (levou inacreditáveis 18 meses para lançar um aplicativo de iPad) e certo desleixo no desenvolvimento dos seus apps. Para ele, a prioridade ainda é a web, e os seis funcionários do Instagram dificilmente irão mudar essa cultura. Além disso, acabar com o Instagram seria extremamente antipático.

O mais provável é que tudo fique como está, com os serviços sobrevivendo separados – como no caso do Skype, que foi comprado pela Microsoft mas não morreu nem foi engolido. Exceto por uma coisa: a próxima versão do Instagram já deverá vir configurada para compartilhar fotos no Facebook (o que hoje só acontece se o usuário ativar essa opção). Ou seja: a rigor, Mark Zuckerberg gastou US$ 1 bilhão para mudar um default. Nice.

Fonte: http://super.abril.com.br

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