A velha discussão sobre os jogos violentos terem algum tipo de influência sobre atitudes deploráveis, tomadas por parte de algumas pessoas desequilibradas, provavelmente nunca terá um fim, e sempre que algo como os ataques na Noruega ocorrem, o debate volta à tona. 

Wolfenstein 3D (Foto: Divulgação)
Wolfenstein 3D

Se hoje os jogos de tiro em primeira pessoa representam um dos principais gêneros da indústria, muito se deve a John Carmack, um dos criadores de alguns dos principais nomes do estilo e que foram de extrema importância para os FPSs, como o Wolfenstein 3D, Doom eQuake. Após ver suas criações serem acusadas por tantas vezes, o programador deu a sua opinião sobre o assunto.

“Houve uma E3 em que eu estava concedendo entrevistas, os jornalistas começavam a fazer essa pergunta e eu não deveria falar sobre o assunto. Minha esposa estava lá e começava a me chutar quando eu dizia ‘Bem, acho que…’ E no fim isso não importa, não causa impacto em nada. Nunca me senti ameaçado por isso.

E eu realmente penso que há evidências para mostrar que os jogos violentos reduzem a agressividade e a violência. Há na verdade alguns estudos sobre isso, dizendo que são catárticos”.

Se você for à QuakeCon, andar por lá, prestar a atenção nas pessoas e comparar aleatoriamente com o campus de uma faculdade, provavelmente encontrará mais pessoas pacíficas na convenção de jogos. Acho que eles serão no mínimo neutros ou potencialmente positivos.”

Fonte: techtudo

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