Os first-person shooters tornaram-se no género mais popular desta geração, e apesar de alguns jogadores se queixaram que o mercado está a ficar saturado, o que é certo é que o género continua a vender imenso. Pessoalmente concordo, e acho que há sobretudo falta de inovação. É certo que existem títulos do género que oferecem experiências de elevada qualidade, e cada um deles tem a sua temática e história, contudo, no fundo, são semelhantes em muitos aspetos, não há nada que os torne únicos, algo que os torne completamente diferentes dos restantes.

Brink aparenta ser diferente dos outros jogos do género. Pelo menos, a Splash Damage optou por não fazer mais um first-person shooters militar e o início é bastante promissor. Brink conta a história de uma cidade futurista e auto-sustentável chamada “The Ark”. O plano inicial para esta cidade era ter 5.000 habitantes, porém, acabou por ter 50.000. Isto causou uma escassez nos recursos na cidade e como resultado, foi dividida em duas partes, uma ocupada pelos líderes e outra ocupada por um grupo de rebeldes chamado “The Resistance”. Ficamos conscientes desta história através de um vídeo de apresentação que causa imediatamente um impacto positivo.

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